Câmara da Marinha Grande quer renováveis limitadas a 1% do território
A Câmara Municipal da Marinha Grande respondeu formalmente ao programa nacional de zonas de aceleração de energias renováveis (PSZAER), propondo que apenas 187,25 hectares, ou 1% do território concelhio, sejam destinados a energia solar. A autarquia pede a exclusão de todas as restantes áreas anteriormente propostas, alegando sobreposições com servidões administrativas, áreas de expansão urbana, zonas empresariais e corredores de infra-estruturas. O município invoca o seu forte tecido industrial e a extensa área sob gestão do ICNF como limitações ao solo disponível. O presidente Paulo Vicente classificou a posição como equilibrada, procurando conciliar metas de descarbonização com interesses locais.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Jornal de Leiria — Ler o original ↗
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