Cientistas dizem que riscos da mineração em mar profundo não podem ser avaliados
A bióloga marinha Diva Amon afirmou, durante os "Diálogos sobre o Mar Profundo", realizados à margem da 31.ª sessão da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos em Kingston, que é praticamente impossível avaliar o impacto da mineração em mar profundo na biodiversidade enquanto grande parte do fundo do mar permanecer por explorar. Falando a bordo do navio de investigação R/V Falkor, referiu uma expedição em curso ao largo de Trinidad e Tobago que continua a encontrar espécies desconhecidas. Amon e a investigadora Anna Metaxas alertaram ainda para o aumento da temperatura das águas profundas e para a poluição já visível em zonas remotas. A ISA prossegue esta semana as negociações sobre a regulação da mineração em Kingston.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Diário de Coimbra — Ler o original ↗