COP17 termina sem acordo sobre a seca; ZERO pede ação a Portugal
A 17.ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação encerrou em Ulaanbaatar, na Mongólia, com 1,3 mil milhões de dólares mobilizados para restauro de terras e resiliência à seca em 23 países, mas sem acordo sobre um quadro internacional para prevenção e gestão das secas. A questão, bloqueada sobretudo pelos Estados Unidos, já tinha ficado por resolver na COP16 e foi remetida para a COP18, no Egito, em 2028. A ZERO considerou o balanço misto e apelou a Portugal para não esperar pelo consenso internacional, defendendo a conclusão ainda este ano do Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação, sistemas de alerta precoce e recuperação de solos, numa altura em que 71% do território continental apresenta suscetibilidade moderada a muito alta à desertificação.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Jornal Económico — Ler o original ↗
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