Crias de gaivota-de-patas-amarelas enchem centro de recuperação no Alentejo
A primavera e o verão trouxeram um aumento de crias de gaivota-de-patas-amarelas no centro de recuperação de animais selvagens CRASSA, em Vila Nova de Santo André, que tem atualmente 10 juvenis em recuperação. A maioria cai de ninhos construídos em telhados ou estruturas urbanas, ou fica ferida durante os primeiros voos; há ainda casos de destruição ilegal de ninhos. As crias chegam sobretudo de Sines, Santiago do Cacém e Odemira, resgatadas pelo SEPNA da GNR, por vigilantes do ICNF ou por cidadãos. O centro recebe também cegonhas, andorinhões, andorinhas e outras espécies autóctones, tendo registado 508 entradas de 79 espécies em 2025, na maioria aves.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Wilder — Ler o original ↗