Fundação alerta que plano de restauro da natureza precisa de guardiões a longo prazo
Portugal está a preparar o primeiro Plano Nacional de Restauro da Natureza, com 407 medidas em oito domínios e um investimento estimado em 500 milhões de euros por ano até 2030, em resposta ao Regulamento (UE) 2024/1991. Ivan Sellers, presidente da Fundação Terra Agora, defende que o verdadeiro teste do plano é garantir que os territórios restaurados continuam a ser cuidados depois de terminarem os financiamentos, os projetos e os mandatos políticos. Para isso, propõe instrumentos jurídicos de longo prazo, como o direito de superfície, entidades guardiãs com mandato prolongado, financiamento diversificado e monitorização contínua para além de 2030, alertando que avaliar apenas hectares ou euros investidos arrisca premiar a execução e não a permanência dos resultados.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Revista Sustentável — Ler o original ↗
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