Movimento exige metas vinculativas no plano de restauro da natureza
O movimento proTEJO entregou a sua posição na consulta pública do Plano Nacional de Restauro da Natureza, exigindo metas vinculativas, mais financiamento e coerência entre os objetivos de restauro fluvial e os novos projetos de infraestruturas na bacia do Tejo. O movimento critica os 77,6 milhões de euros previstos para remover barreiras artificiais à conectividade fluvial, considerados insuficientes face às 15.584 estruturas identificadas em todo o país. O proTEJO opõe-se ainda a novos projetos de barragens, com investimentos superiores a 5.000 milhões de euros previstos para o Tejo, incluindo a barragem do Alvito, alertando que comprometem espécies migradoras e zonas húmidas protegidas.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Green Savers — Ler o original ↗