Municípios da Beira Baixa contestam proposta de zonas de aceleração de renováveis
A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Beira Baixa manifestou formalmente a sua oposição à proposta do Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis, alertando que pode sobrecarregar desproporcionadamente a região. As principais críticas incluem a ausência de limites máximos de ocupação, a fraca articulação com os Planos Diretores Municipais e a falta de avaliação dos impactos cumulativos das infraestruturas energéticas já existentes. Nalguns municípios, as zonas propostas abrangem entre 4% e mais de 35% do território, somando-se a barragens, parques solares e eólicos e linhas elétricas já instalados. A CIM exige uma revisão município a município, parecer favorável local obrigatório e benefícios duradouros garantidos, como emprego e redução dos custos energéticos.
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