Operadores de resíduos defendem que limpeza urbana depende dos cidadãos, não só da tecnologia
Empresas de gestão de resíduos como LIPOR, TRATOLIXO, SUMA e EGF, a associação Smart Waste Portugal e a ONG ZERO afirmam que tecnologias como inteligência artificial, sensores e rotas de recolha otimizadas estão a transformar a limpeza urbana, mas nenhuma substitui a participação dos cidadãos. Os responsáveis apontam a pressão crescente da população, do turismo e de grandes eventos, onde copos vendidos como 'reutilizáveis' sem sistema de depósito real acabam frequentemente a sujar o espaço público. A TRATOLIXO registou 81 mil toneladas de biorresíduos recolhidos seletivamente em 2025, mais 13% do que em 2024. As entidades defendem mais infraestruturas, maior fiscalização das regras já existentes nos eventos e uma responsabilidade partilhada entre municípios, operadores e cidadãos para reduzir resíduos na origem.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Ambiente Magazine — Ler o original ↗