Organizações ambientais contestam plano de zonas de aceleração para renováveis
A consulta pública do Programa Setorial das Zonas de Aceleração para a Implantação de Energias Renováveis, encerrada esta semana, recebeu mais de 8300 pareceres. A Rewilding Portugal e a Quercus emitiram pareceres críticos, alegando que a proposta não limita a concentração de projetos numa mesma zona, não avalia efeitos cumulativos e não protege de forma vinculativa os corredores ecológicos usados por espécies como o lobo-ibérico e o lince-ibérico. A Quercus critica ainda a dimensão do programa, que ocupa cerca de 7% do território continental quando 1% bastaria para cumprir as metas solares, e questiona a exclusão da Reserva Ecológica Nacional como condicionante. Vários municípios e a Associação Nacional de Municípios já rejeitaram publicamente o projeto.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Wilder — Ler o original ↗