Portugal com 29 processos por destruição de ninhos de andorinha
O Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) instaurou 29 processos de contraordenação entre 2023 e 2025 por destruição, danificação ou recolha de ninhos e ovos de andorinha, uma prática proibida pela lei nacional e europeia desde 1999. Nove processos surgiram na zona centro, oito no Alentejo, sete no Algarve, quatro em Lisboa e Vale do Tejo e um na região norte. O ICNF só tem competência para instruir casos dentro de áreas protegidas, pelo que a maioria dos processos foi reencaminhada para as CCDR territorialmente competentes. As coimas variam entre 250 e 3.740 euros para particulares e até 44.890 euros para empresas ou condomínios.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Diário de Notícias da Madeira — Ler o original ↗