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Portugal quer usar nova participação na REN para acelerar rede elétrica

Energia, Água e Mobilidade9 de setembro de 2026

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, disse em audição parlamentar que o Governo vai usar a participação de 13,7% recentemente adquirida na REN para acelerar investimentos na rede elétrica, atualmente um fator limitador para novos projetos renováveis. Defendeu que o maior peso do solar e de outras renováveis pode ajudar a baixar o preço da eletricidade, considerando a disponibilidade e o custo de energia limpa o principal fator de competitividade do país. A compra, feita à Pontegadea de Amancio Ortega, marca o regresso do Estado ao capital da REN após a saída em 2014, tornando-o segundo maior acionista, atrás da chinesa State Grid. A ministra invocou razões de soberania e cibersegurança e rejeitou que a decisão, preparada desde 2024, tenha sido precipitada.

Resumido pela Sustainable Living a partir de Ambiente Online — Ler o original ↗

Fonte publicada a 9 de setembro de 2026 · O nosso resumo foi atualizado a 16 de setembro de 2026

Também noticiado por: Green Savers · Jornal PT Green · Jornal PT Green · Jornal PT Green · Jornal PT Green · Rádio Pax

Isto apareceu no Pulso de 19 de agosto de 2026 — Ler essa edição →

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