Relatório da Greenpeace diz que Portugal continua a reagir e não a prevenir incêndios
Um relatório da Greenpeace Portugal, elaborado com base em mais de 80 anos de dados analisados pelo CEIF da Universidade de Coimbra, conclui que o país continua excessivamente dependente das condições meteorológicas e da resposta à emergência para lidar com os incêndios florestais, em vez de atuar sobre as causas estruturais. Apesar da redução do número de ignições nos últimos 20 anos, fatores como as alterações climáticas, o abandono rural, a acumulação de combustível vegetal e a expansão da interface urbano-florestal mantêm o país vulnerável, como mostraram 2003, 2005, 2017 e 2025. Investigadores e a Greenpeace defendem prevenção estrutural durante todo o ano, gestão da paisagem e revitalização económica do mundo rural, alertando que o combate chegará sempre tarde demais.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Vida Rural — Ler o original ↗
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