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Reserva mais antiga de Portugal volta a arder após nove anos

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O incêndio de Vouzela, já apontado como o maior de 2026 em Portugal, varreu a Reserva Botânica do Cambarinho, menos de dez anos depois do incêndio de 2017 que também a destruiu. A reserva, criada em 1971, alberga um dos núcleos de rododendro mais importantes do país e é a área protegida mais antiga de Portugal. A LPN e a Sociedade Portuguesa de Botânica exigem uma avaliação independente dos danos, a divulgação do grau de execução das medidas pós-2017 e a criação de uma zona tampão que afaste os eucaliptais da reserva. Os especialistas acreditam que o rododendro rebentará de toiça, mas alertam que a recorrência dos incêndios está a esgotar a resiliência do ecossistema e a favorecer espécies arbustivas pirófitas e invasoras.

Resumido pela Sustainable Living a partir de Wilder — Ler o original ↗

Fonte publicada a 9 de julho de 2026

Isto apareceu no Pulso de 10 de julho de 2026 — Ler essa edição →

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