ZERO diz que plano de poluição atmosférica quase não reduz mortes prematuras
Terminou a 6 de maio a consulta pública do Plano Nacional de Controlo da Poluição Atmosférica (PNCPA), e a associação ambientalista ZERO considera que a proposta fica aquém do necessário para proteger a saúde pública e cumprir as obrigações europeias até 2030. As medidas adicionais previstas reduziriam as mortes prematuras associadas a partículas finas em apenas 3%, de 1916 para 1858 por ano, mantendo-se inalteradas as mortes ligadas ao dióxido de azoto e ao ozono, num total de cerca de 2605 mortes prematuras anuais. A ZERO atribui esta fraca eficácia à ausência de medidas estruturais nos transportes, na agricultura e no aquecimento doméstico, alertando que Portugal arrisca incumprir os tetos europeus de emissões caso o plano final não seja reforçado.
Resumido pela Sustainable Living a partir de ZERO — Ler o original ↗