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ZERO diz que plano de poluição atmosférica quase não reduz mortes prematuras

Energia, Água e Mobilidade11 de maio de 2026

Temasair quality and fertilizer pollution

Terminou a 6 de maio a consulta pública do Plano Nacional de Controlo da Poluição Atmosférica (PNCPA), e a associação ambientalista ZERO considera que a proposta fica aquém do necessário para proteger a saúde pública e cumprir as obrigações europeias até 2030. As medidas adicionais previstas reduziriam as mortes prematuras associadas a partículas finas em apenas 3%, de 1916 para 1858 por ano, mantendo-se inalteradas as mortes ligadas ao dióxido de azoto e ao ozono, num total de cerca de 2605 mortes prematuras anuais. A ZERO atribui esta fraca eficácia à ausência de medidas estruturais nos transportes, na agricultura e no aquecimento doméstico, alertando que Portugal arrisca incumprir os tetos europeus de emissões caso o plano final não seja reforçado.

Resumido pela Sustainable Living a partir de ZERO — Ler o original ↗

Fonte publicada a 11 de maio de 2026

Isto apareceu no Pulso de 11 de junho de 2026 — Ler essa edição →

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