ZERO pede alterações ao plano de restauro da natureza antes do prazo europeu
Antes da submissão do Plano Nacional de Restauro da Natureza à Comissão Europeia, prevista para setembro, a associação ambientalista ZERO considera que o documento tem um diagnóstico científico sólido mas carece de metas intermédias, responsabilidades definidas, financiamento garantido e mecanismos de execução. A associação sublinha que mais de metade das 407 medidas previstas não tem localização geográfica definida, nenhuma identifica entidade responsável ou custo estimado, e o primeiro relatório de execução só está previsto para 2032. A ZERO alerta para o risco de repetição dos erros da Rede Natura 2000, que levaram a uma condenação de Portugal pelo Tribunal de Justiça da UE, e defende relatórios anuais, georreferenciação, responsabilidades claras e um compromisso financeiro plurianual coerente com os 500 milhões de euros anuais anunciados.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Jornal PT Green — Ler o original ↗