ZERO pede prioridade à eólica offshore no novo cais de Sines
A associação ambientalista ZERO defendeu que o novo Cais de Carga Geral previsto para o Porto de Sines, promovido pela Administração dos Portos de Sines e do Algarve, deve ter como prioridade a transição energética e a eólica offshore. O Estudo de Impacte Ambiental do projeto, que esteve em consulta pública até dia 9 de setembro, deixa por definir o uso final do cais, admitindo em simultâneo renováveis, granéis agroalimentares, operações RO-RO e utilização dual civil e militar. Para a ZERO, esta indefinição é decisiva, dado o horizonte de décadas da infraestrutura, e defende que o cais deve servir para criar capacidade industrial nacional ligada à eólica offshore, e não apenas para transbordo de equipamentos produzidos fora do país. A organização apontou ainda insuficiências na eletrificação e armazenamento de energia previstos, e defendeu uma avaliação conjunta com o prolongamento do Molhe Leste.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Jornal PT Green — Ler o original ↗
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