Administradora da Águas do Porto quer Pavilhão da Água a mostrar a cidade invisível
Marta Pinto Coelho, administradora da Águas e Energia do Porto, defende que condutas, reservatórios, estações elevatórias e sensores sob as ruas funcionam tão bem que raramente são compreendidos, e que o que não se vê dificilmente se protege. Recorda que o Pavilhão da Água, aberto na Expo'98 em Lisboa e reconstruído no Porto, ensinou através da interação e não de painéis e vitrinas. Com a escassez hídrica, as alterações climáticas, os micropoluentes e a biodiversidade em jogo, propõe que a próxima fase seja mostrar como funciona uma cidade através da água: o percurso até às casas, os laboratórios de análise, as equipas que previnem roturas e os sistemas inteligentes que antecipam perdas e eventos extremos.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Ambiente Magazine — Ler o original ↗