CCDR confirma incumprimentos da Amarsul no aterro de Moita-Palmela após denúncias da ZERO
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo informou a ZERO, por ofício, de que foram detetadas ilegalidades no aterro da Amarsul em Moita-Palmela, entre as quais o incumprimento das condições da licença e do regime jurídico da deposição de resíduos em aterro, tendo sido acionados os procedimentos legais. Para a associação, o cerne do problema é a deposição de resíduos orgânicos não estabilizados, proibida desde 2020. Defende o redimensionamento da unidade de tratamento mecânico e biológico, o alargamento da recolha porta-a-porta de biorresíduos e a adoção do tarifário PAYT. Segundo a Agência Portuguesa do Ambiente, em 2024 a Amarsul enviou 75% dos resíduos urbanos para aterro, incluindo 112 mil toneladas sem qualquer tratamento.
Resumido pela Sustainable Living a partir de ZERO — Ler o original ↗
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