ZERO alerta que ampliação de aterro pode receber resíduos orgânicos proibidos
A associação ambientalista ZERO emitiu um parecer negativo sobre o projeto da Biosmart para ampliar o aterro de resíduos não perigosos de Castelo Branco, alegando que o estudo de impacte ambiental da nova célula inclui tipos de resíduos orgânicos cuja deposição em aterro é proibida por lei. A ZERO contrasta esta situação com uma decisão anterior da CCDR Centro relativa a um aterro em Leiria, onde a deposição destes resíduos não foi autorizada, e pede que a licença de Castelo Branco seja suspensa enquanto os materiais orgânicos constarem da lista. A associação invoca regras que exigem tratamento prévio e, a partir de janeiro de 2026, proíbem a deposição de resíduos biodegradáveis que continuem biodegradáveis após tratamento. Alerta ainda para metano, maus odores, atração de animais e lixiviados poluentes, defendendo compostagem ou digestão anaeróbia como alternativas.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Ambiente Online — Ler o original ↗
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