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Governo quer manter a refinaria de Sines sob controlo nacional após falhanço das negociações entre Galp e Moeve

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Perante os deputados, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, afirmou que a Galp mantém a intenção de separar as áreas comercial e industrial, depois de fracassadas as negociações com a espanhola Moeve. Controlada pelo fundo soberano Mubadala, de Abu Dhabi, e pelo grupo norte-americano Carlyle, a Moeve ficaria com 80% da refinaria de Sines, a única que resta no país. A ministra garantiu que o Governo tem meios legais para salvaguardar o controlo nacional e admitiu estudar a concentração da participação do Estado. A Galp só aceita novos investimentos em Sines se o enquadramento regulatório permitir antecipar a procura futura de combustíveis. Entretanto, a Comissão Europeia pediu que se travem os encerramentos de refinarias.

Resumido pela Sustainable Living a partir de Portugal Resident — Ler o original ↗

Fonte publicada a 3 de novembro de 2026

Também noticiado por: Jornal PT Green · Ambiente Online

Isto apareceu no Pulso de 3 de novembro de 2026 — Ler essa edição →

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