Monção proíbe caves e quartos abaixo da cota de cheia em zonas de risco
O Diário da República publicou a aprovação da segunda alteração por adaptação do Plano Diretor Municipal (PDM) de Monção, que transpõe as normas do Plano de Gestão de Riscos de Inundações da região hidrográfica Minho e Lima. Em zonas urbanas identificadas como perigosas, as novas construções deixam de poder ter caves ou quartos de dormir no piso abaixo da cota de cheia definida para o local, devendo resistir a danos de inundação sem aumentar a perigosidade. Nas zonas de perigosidade muito alta ou alta, fica proibida a existência de habitações abaixo da cota de cheia, exigindo-se materiais capazes de suportar o contacto com as águas durante pelo menos 72 horas. As regras de reconstrução após catástrofe privilegiam ainda a relocalização dos edifícios destruídos para fora das zonas de risco.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Diário do Minho — Ler o original ↗
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