Organizações ambientalistas rejeitam pequenos reatores nucleares em Portugal
Organizações ambientalistas portuguesas Geota, Quercus e Zero rejeitam os pequenos reatores nucleares modulares (SMR) como solução energética para Portugal, considerando-os caros, lentos e arriscados. Em resposta a um retomar do investimento nuclear a nível mundial, as três organizações defendem que o país deve apostar antes nas energias renováveis, no armazenamento, no reforço das redes e na eficiência energética, recursos que Portugal já tem em abundância. Alertam que os SMR continuam a ser uma promessa tecnológica não comprovada, geram mais resíduos radioativos por unidade de eletricidade do que os grandes reatores, e desviariam investimento de soluções mais rápidas e baratas. O nuclear, acrescentam, continua a ser a fonte de eletricidade mais cara e produz resíduos perigosos de longa duração.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Green Savers — Ler o original ↗