ZERO defende tratamento mecânico e biológico dos resíduos e opõe-se à incineração no Algarve
A associação ambientalista ZERO defendeu o reforço do tratamento mecânico e biológico dos resíduos urbanos no Algarve, para evitar que matéria biodegradável chegue por tratar aos aterros. A associação propõe separar os resíduos de origem doméstica dos provenientes de atividades económicas, medida que considera não estar a ser cumprida. A ZERO defende a ampliação das duas unidades já existentes da Algar, em vez de novas instalações ou da aposta na incineração. Critica ainda o plano de ação da Algar por deixar cerca de 70 mil toneladas de resíduos sem tratamento, recordando que a Declaração de Impacte Ambiental da nova célula do aterro de Loulé considera ilegal a deposição de resíduos orgânicos não estabilizados.
Resumido pela Sustainable Living a partir de Jornal do Algarve — Ler o original ↗
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