Águas do Alentejo aposta no solar
As Águas Públicas do Alentejo investem quase 1,8 milhões de euros em 15 unidades fotovoltaicas em Beja, Évora e Setúbal. Cerca de 80% da energia abastecerá as suas próprias instalações de água e saneamento.
Bom dia! O Pulse de hoje foca-se na energia limpa e nas empresas de água que apostam no solar, com boas notícias da vida selvagem na costa e alguns temas que pedem atenção.
As Águas Públicas do Alentejo investem quase 1,8 milhões de euros em 15 unidades fotovoltaicas em Beja, Évora e Setúbal. Cerca de 80% da energia abastecerá as suas próprias instalações de água e saneamento.
O concurso de conceção-construção da AgdA para autoconsumo solar integra o seu plano de descarbonização, com a meta de autossuficiência total em energia renovável até 2030.
A AgdA vai construir 15 unidades fotovoltaicas em estações de tratamento e estações elevatórias, distribuídas por vários distritos do Alentejo.
A INDAQUA criou a sua primeira comunidade de energia com 473 novos painéis solares no reservatório de Custóias, gerando 400 MWh por ano e elevando a autossuficiência local para 42%.
O Ministério do Ambiente abriu candidaturas a um programa de 10 milhões de euros para veículos de emissões nulas, bicicletas elétricas, motociclos e carregadores, até 27 de julho.
O Funchal acolhe um evento de dois dias sobre mobilidade elétrica no âmbito do projeto europeu Ahead, que usa IA e estações de carregamento bidirecional para reforçar a infraestrutura.
Após meses de reabilitação no Zoomarine, seis tartarugas-marinhas juvenis foram devolvidas ao mar ao largo de Portimão, cada uma com transmissor por satélite para acompanhar o seu percurso.
Jovens alunos exploraram a costa de Sagres para conhecer a rara camarinha, que só existe em Portugal e Espanha, e a ameaça das espécies invasoras.
A Universidade do Algarve recebe a 19 de junho o primeiro Congresso Animal do país, reunindo mais de 200 participantes em torno da ética, ciência e sustentabilidade animal.
Dois estudos alertam que os eventos costeiros extremos estão a tornar-se muito mais frequentes, com Portugal apontado como particularmente vulnerável e a aquecer mais rápido que a maioria das regiões.
As tempestades de inverno danificaram mais de 32.000 hectares de floresta no centro. O Governo vai priorizar a limpeza de 19% junto a casas e estradas para reduzir o risco de incêndio.
Abrantes aprovou um protocolo com a Polícia Judiciária para instalar sete câmaras móveis em zonas florestais de risco, para deteção precoce de fogos.
Os ventos fortes da tempestade Kristin danificaram a ligação norte-sul, obrigando o Sul a receber eletricidade de Espanha e realçando a importância da cooperação ibérica.
A associação Povo e Natureza do Barroso contesta em tribunal a aprovação ambiental da mina de tungsténio da Borralha, por riscos para a água, ecossistemas e saúde junto ao Peneda-Gerês.
Um tribunal ordenou a suspensão temporária dos trabalhos de geotecnia da Savannah no projeto de lítio do Barroso, após uma providência cautelar. A empresa espera retomar em breve.
A KIABI alargou a oferta de roupa em segunda mão a 33 lojas ibéricas, tornando a moda circular parte estrutural do seu modelo e não um projeto secundário.
Dados do Eurostat mostram que Portugal lidera a UE na percentagem de energia doméstica usada para cozinhar, mais de 30%, gastando pouco em aquecimento e com um mix energético mais limpo.
A plataforma digital de Loulé e CEiiA que quantifica os benefícios das árvores urbanas foi selecionada para o New European Bauhaus Festival, em Faro.
A FAVA, anunciada como a maior feira vegan e sustentável do país, regressa a Loulé em setembro com mais de 100 atividades, um encontro de fornos solares e um mercado biológico. Candidaturas abertas.
A plataforma europeia AQUATECHinn 4.0, com 120 horas de formação gratuita e certificada em aquacultura em sete línguas, será apresentada na Universidade do Algarve a 17 de junho.
O Encontro de Ciências do Solo 2026, em Coimbra, alargou as inscrições até 20 de junho, com foco na gestão sustentável do solo para agroecossistemas saudáveis.
O relatório dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável revela que apenas 34,4% dos agricultores cultivam terra própria, evidenciando desafios na posse da terra.
Um artigo de opinião defende que a criação de touro bravo ajuda a preservar cerca de 100.000 hectares de montado, enquadrando-a como agricultura regenerativa.
Uma leitura curta todas as manhãs — o que se passa no Portugal sustentável.