Setor da água em Portugal passa de construir redes a renovar as que envelhecem
Entidades gestoras e o regulador concordam que a prioridade deixou de ser construir infraestruturas e passou a ser renovar e modernizar as existentes. As condutas são substituídas a um ritmo de apenas 0,5% ao ano nas redes em baixa e 0,2% em alta, e continuam a perder-se cerca de 190 milhões de metros cúbicos de água por ano. As alterações climáticas trazem secas mais longas e chuvas intensas. A APRH, a ERSAR, a INDAQUA, a EPAL e dois operadores locais defendem melhor conhecimento dos ativos, monitorização digital e investimento continuado. Os planos nacionais apontam necessidades superiores a 10 mil milhões de euros.







